É preciso reconhecer
Quase não dá para acreditar que partiu da Secretaria de Segurança Pública, quando dela quase nada mais se esperava, uma das medidas mais importantes para a cidade no combate à criminalidade.
A alocação de seis delegados (mais seis escrivães e seis investigadores) para a 9ª SDP é medida a ser elogiada. Muito.
Aquela secretaria devia muito à Maringá.
E parece ter decidido pagar o débito de uma vez só. Seis delegados de uma vez é algo absolutamente inédito.
Quase dobra a quantidade desses profissionais na cidade. É preciso agradecer.
Maringá vem assistindo a escalada da violência de mãos atadas.
O crack tomou conta da cidade e os crimes para sua aquisição se proliferando.
Neste espaço cobramos demasiadas vezes a omissão estatal com a situação.
É obrigatório, portanto, o reconhecimento da medida.
Grande
Polícia se faz com inteligência e vontade.
E parte do delegado, a autoridade maior no setor, ditar o ritmo do combate ao crime.
Como fazê-lo com tão poucos profissionais?
Ora, de uma canetada quase se dobrou a quantidade de delegados na 9ª SDP.
De oito, para 14, contando o chefe. Um investimento à altura da necessidade de uma cidade tão importante para o Estado.
Ficou faltando
Pena não termos ainda uma delegacia de crimes de trânsito. Esta delegacia especializada contribuiria muito para a diminuição das mortes nas ruas maringaenses.
Hoje as pessoas não veem a mão do Estado pesando sobre os excessos ao volante.
Quando os motoristas irresponsáveis começarem a dormir na cadeia, o comportamento no trânsito muda.
Fica para a próxima.
Na fila
Proposta de campanha em Maringá, o monitoramento por câmeras vai começar em Sarandi.
Não por falta de aprovação do maringaense, mas pela absurda capacidade de se complicar na atividade pública. Pelo menos serve como referência e aprendizado. Aqui, estamos esperando.
Sebo nas canelas
Se a os imóveis da Zona Norte já estavam inflacionando com a construção do Contorno Norte, agora que O Diário antecipou que o novo bairro a ser construído, com 2,2 mil casas do pacotão da habitação, será às margens do ribeirão Maringá, lá pelas bandas da Água Ibipitanga, os preços tendem a disparar.
Por cima da carne seca
Com a bagatela de US$ 4,5 bilhões, o Brasil ingressa no seleto grupo dos credores do FMI. Muito chique, como diz o presidente Lula.
É como um sapato apertado em noite de gala. Um luxo!
Mas o calo que deixa dói a semana inteira.
Por Ele
A coluna deseja uma Páscoa santa ao paciente leitor que nos acompanha.












