DCE acusa PM por excessos
O excesso de barulho noturno na Zona 7, em Maringá, volta a ser tema de debates. O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) redigiu um texto questionando a atuação da Polícia Militar no entorno da universidade.
De acordo com o estudante e membro do DCE, Phillip Natal, com a Força Tarefa - criada na época do Vestibular de Verão e que age em parceria com os poderes municipais, federais e estaduais - a PM tem atuado de forma 'violenta' para acabar com festas e coibir o som alto nos bares e repúblicas da região. Natal afirma que na última quinta-feira a PM lançou mão de sprays de pimenta e balas de borracha em abordagens a dois estabelecimentos da região. "As balas não foram direcionadas para ninguém, mas o spray atingiu até gente que não tinha nada a ver", declarou.
Natal diz não ser favorável ao som alto após o horário permitido, pois assim como os moradores do bairro, os estudantes que não estão nos bares e festas, também precisam descansar. E deixa claro que a manifestação do DCE é apenas à forma de agir da polícia. No dia 1º de março o DCE organizou um festival de bandas, com o lema "Em Defesa das Manifestações da Juventude e Contra a Repressão", em repúdio à posição da polícia. "Queremos tirar os estudantes das festas e bares e possibilitar atividades culturais. Não dá para continuar a repressão policial."
De acordo com o capitão da Polícia Militar, Ademar Pascual, a atuação na região não é violenta e as ações são enérgicas porque os policiais são desacatados e confrontados pelos jovens. Ele ressalta que um abaixo-assinado com mais de duas mil assinaturas de moradores da região foi entregue na Câmara Municipal, cobrando ações da polícia na região.
O policial ressaltou também que os problemas não se resumem ao som alto, mas existem também queixas de jovens que urinam na rua, ameaçam moradores, além de casos de tráfico de drogas. Para ele, a maioria dos responsáveis pela pertubação da região nem mesmo é estudante da universidade. "A polícia vai continuar atuando de forma firme, atendendo a população que não deve conviver com o abuso de som, vandalismo, pertubação do sossego e o tráfico no local", destacou.
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alexandre santos
13/03/2008 às 11:04 - A Polícia está de parabéns. Estes estudantes têm que aprender a respeitar os outros. É preciso ter limites para se divertir, sem perturbar as pessoas.
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Túlio Garcia
13/03/2008 às 12:49 - Se a polícia não toma providência, é criticada. Se age, é criticada. Os jovens que se dizem agredidos, precisam aprender o que são valores morais. Na minha opinião, a Polícia está de parabéns. O trabalho dos policiais é coibir abusos. Quem quer viver em paz, que não perturbe a vida dos outros.
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CLAUDINEI JACOB RODRIGUES
13/03/2008 às 21:51 - Em todos os vestibulares nós acompanhamos situações semelhantes. É muita gente bebendo e fazendo barulho. Na região da UEM, misturam-se estudantes, vândalos, traficantes e pessoas normais. O trabalho da Polícia é manter a ordem, pois na região tem muitos trabalhadores que precisam descansar. É necessário coibir a anarquia promovida pelos desocupados, que estão ali só para perturbar. Parabéns à Polícia. Esperamos que esse rigor seja mantido durante o ano inteiro.
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Marcelo
14/03/2008 às 01:04 - A Polícia está de parabéns. Quem não respeita, deve ser tratado como delinqüente. Se a Polícia comete excesso é porque precisa agir com rigor. Moro na Zona 7 há quase 20 anos e afirmo que a baderna é um problema recente. Estudantes sempre moraram na região e nunca causaram tantos problemas.
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maico zorzan
14/03/2008 às 13:16 - Tem que saber diferenciar estudante de baderneiro. Estudante é aquele que freqüenta a Universidade para ser um profissional. É claro, que em determinados momentos ele gosta de diversão. Baderneiro é aquele que vai à UEM, para festar e em alguns momentos estudar.
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