Mandaguari construirá casas populares no Jardim Boa Vista
Com recursos provenientes de três linhas de financiamento, a Prefeitura de Mandaguari (a 39 quilômetros de Maringá) inicia a construção de 166 casas populares para atender a população de baixa renda.
Serão quatro grupos de casas no Jardim Boa Vista, antigo aeroporto, que aproveitarão parte da estrutura de outros conjuntos habitacionais existentes nas proximidades.
Por meio de emenda do deputado federal Ricardo Barros (PP), o Ministério das Cidades liberou R$ 1 milhão do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) para a construção de casas. Com a contrapartida da Prefeitura, será possível construir 72 unidades.
O município ainda entrou com terreno, rede de galeria de águas pluviais, asfalto e meio-fio e viabiliza junto à Copel e Sanepar a implantação das redes de energia elétrica e água encanada.
Ainda no Jardim Boa Vista serão construídos outros dois grupos de 28 casas cada um com recursos do Governo Federal e outro de 38 unidades por meio de um convênio firmado entre o Governo do Estado, por meio da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), e a Caixa Econômica Federal.
Essas 38 casas integram um pacote de 3.851 moradias que serão construídas em 60 municípios nas diversas regiões do Estado do Paraná.
O prefeito Cyllêneo Pessoa Pereira Júnior (PMDB) disse que a administração dele tem como uma das metas reduzir o déficit habitacional em Mandaguari, que cresceu muito nos últimos anos e por fazer muito tempo que não se constrói casas populares no município.
Segundo ele, a quantidade de casas que começam a ser construídas ainda é insuficiente para atender às necessidades do município, mas poderá beneficiar uma fatia razoável das famílias de baixa renda que ainda não têm casa própria.
As famílias a serem beneficiadas foram pré-selecionadas em um cadastro elaborado pela Prefeitura para fins sociais, tendo como parâmetros os salários, número de membros, se há idosos ou portadores de deficiência.
“Com essas casas estamos resolvendo um problema crônico”, destaca o secretário municipal de Obras e Urbanismo, engenheiro Edmílson Betiolli. “Temos muitos loteamentos surgidos de invasões ou favelas, sem qualquer planejamento. Isto dificulta a regularização”, completa.
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