Dia dos Pais | | Criado 08/08/2007 19h13
O desafi o da paternidade
A experiência da paternidade não é fácil, mas Wagner conta com o apoio dos avós do bebê. Muitas noites em claro depois, ele se declara um pai muito coruja e nem se incomoda com o novo ?horário? da casa. ?Eu acordo as quatro da manhã e meu filho já está esperto, olhando tudo. Ele é uma graça, mas se estiver com fome, ele chora alto até a gente atendê-lo. É muito esperto?. Uma emoção inesquecível, para Wagner, foi conhecer o filho. A espera foi longa, mais de 20 horas. ?Minha esposa queria parto normal, conseguiu. Quando vi o nosso bebê cabeludo e gordinho pensei: este é mesmo a cara do pai?, sorri.
O fotógrafo Henry Junior também foi pai cedo, aos 24 anos. Ele diz que a experiência o ajudou a compreender melhor algumas das atitudes de seus pais. ?Logo que você percebe a dimensão da responsabilidade cresce muito rápido. Eu me vi amadurecer 10 anos em apenas três meses?, enfatiza. Logo que lhe mostraram o bebê ficou surpreso, meio sem saber o que fazer. A menina, recém-nascida parecia muito frágil e delicada. ?A gente fica sem saber se pode pegar, se não vai deixar cair?, lembra. Rapidamente, ele aprendeu a contornar a falta de habilidade e orgulha-se de ter dado o primeiro banho no bebê.
Aos quatro meses ela balbuciou sua primeira palavra, ?pá-pá?. O pai se encheu de orgulho e se divertiu com o ciúmes da mãe. Mesmo morando em casas separadas, pai e filha (hoje com 4 anos) passam muito tempo juntos. O fotógrafo procura participar dos momentos mais importantes da vida da filha e faz questão de acompanhar suas pequenas descobertas.
Garotinha do papai
Ao falar da filha, o rosto do jornalista Murilo Gatti se ilumina. Aos 25 anos quando soube que seria pai, a preocupação veio primeiro. Assim como Henrique, Wagner e Henry, ele e a esposa estavam no auge da badalação e não tinham tantas preocupações sobre o futuro.
A chegada do bebê causou um impacto forte, mas Murilo foi descobrindo seu papel e passou a se encantar com a novidade. Ele se diverte com a lembrança das idas e vindas com a filha no colo no corredor da casa porque o bebê não queria dormir ou sentia cólicas. Geralmente, o ritual atravessava a madrugada. Depois que a neném começou a se desenvolver e interagir com o pai, Murilo se seniu mais e mais ligado à ela. Dessas primeiras semanas ele guardou uma imagem: ?Quando minha filha estava com uns dois meses eu estava brincando com ela e me vi nos traços de seu rosto, foi incrível. Nada é mais importante para mim, é maravilhoso ser pai dela?, conclui.
O fotógrafo Henry Junior também foi pai cedo, aos 24 anos. Ele diz que a experiência o ajudou a compreender melhor algumas das atitudes de seus pais. ?Logo que você percebe a dimensão da responsabilidade cresce muito rápido. Eu me vi amadurecer 10 anos em apenas três meses?, enfatiza. Logo que lhe mostraram o bebê ficou surpreso, meio sem saber o que fazer. A menina, recém-nascida parecia muito frágil e delicada. ?A gente fica sem saber se pode pegar, se não vai deixar cair?, lembra. Rapidamente, ele aprendeu a contornar a falta de habilidade e orgulha-se de ter dado o primeiro banho no bebê.
Aos quatro meses ela balbuciou sua primeira palavra, ?pá-pá?. O pai se encheu de orgulho e se divertiu com o ciúmes da mãe. Mesmo morando em casas separadas, pai e filha (hoje com 4 anos) passam muito tempo juntos. O fotógrafo procura participar dos momentos mais importantes da vida da filha e faz questão de acompanhar suas pequenas descobertas.
Garotinha do papai
Ao falar da filha, o rosto do jornalista Murilo Gatti se ilumina. Aos 25 anos quando soube que seria pai, a preocupação veio primeiro. Assim como Henrique, Wagner e Henry, ele e a esposa estavam no auge da badalação e não tinham tantas preocupações sobre o futuro.
A chegada do bebê causou um impacto forte, mas Murilo foi descobrindo seu papel e passou a se encantar com a novidade. Ele se diverte com a lembrança das idas e vindas com a filha no colo no corredor da casa porque o bebê não queria dormir ou sentia cólicas. Geralmente, o ritual atravessava a madrugada. Depois que a neném começou a se desenvolver e interagir com o pai, Murilo se seniu mais e mais ligado à ela. Dessas primeiras semanas ele guardou uma imagem: ?Quando minha filha estava com uns dois meses eu estava brincando com ela e me vi nos traços de seu rosto, foi incrível. Nada é mais importante para mim, é maravilhoso ser pai dela?, conclui.
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