As deliciosas loucuras por amor
O romantismo nunca sai de moda. Casal mostra que simples gestos no dia a dia proporcionam mais combustível à relação
Quem nunca viveu ou gostaria de viver uma história de amor, recheada por declarações, flores e outros mimos? Para inspirar os apaixonados neste Dia dos Namorados separamos uma em especial que confirma: enquanto houver paixão e amor haverá sempre espaço para o romantismo.
“Cleisy, eu te amo!”. Mais do que uma frase, uma declaração pública de amor grafitada na calçada de acesso ao colégio. O autor da manifestação: Rodrigo José Veríssimo da Silva, hoje com 27 anos.
Apaixonado, ele não teve receio de expor os sentimentos e ainda preparou outras surpresas - dignas de fazer qualquer mulher suspirar ou até desmaiar -, embora as manifestações tivessem um só alvo: encantar o coração de Cleisy Ariadne Fermenton Veríssimo da Silva, 24, que viria a se tornar a namorada e depois a esposa dele.
“Quando cheguei ao colégio, as meninas estavam todas alvoroçadas no pátio. Não tinha visto a declaração e mal pude acreditar...”, diz Cleisy que saiu do colégio “como se não sentisse o chão”.
Mal sabia ela o que ainda estava por vir. Naquela manhã, Rodrigo conta que enviou um buquê de flores, com uma bela e romântica carta.
Para fechar um dia perfeito, só um “grand finale”. “Estava no cursinho à noite, quando lá fora começou a tocar um violão. Alguém cantava e reconheci a voz. Era o Rodrigo fazendo uma serenata. Ele ainda declamou um poema, tirou-me da sala de aula e me levou para jantar”.
Quem pensa que Cleisy caiu nos braços de Rodrigo a partir de então, está enganado. “Eu já gostava dele, mas a nossa história é um pouco diferente. Queríamos um relacionamento como da vontade de Deus. Não queríamos primeiro nos conhecer fisicamente, mas de alma e espírito”.
Seis meses depois, certos de que se amavam, o casal assumiu o namoro. Há três anos e três meses estão casados. “É um pouco mais difícil de surpreender, quando se vive sob o mesmo teto, mas temos nossos momentos de romantismo. Ela escreve músicas, eu escrevo cartas...”, menciona Rodrigo. “Vivemos como se ainda estivéssemos na época da corte (cortejar) e, entendemos que devemos de nos conquistar a cada dia”, finaliza ela.
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