O senão que nunca existiu
A respeito do conteúdo da matéria publicada pelo editor chefe, sob título: Exportar é o que importa, no dia 18 deste, quando foi abordado o tema do alfandegamento do Aeroporto Regional de Maringá para cargas, é importante frisar que texto está tecnicamente perfeito ao referir-se aos benefícios que advirão para a região de Maringá, porém é necessário dizer que foi muito infeliz a colocação de que o jornalista fez quando o mesmo expressou-se através dos textos em seus parágrafos com os subtítulos, Suporte e Destino certo. A menção do editor de que todo processo foi conduzido de forma a beneficiar uma única empresa não condiz com a verdade dos fatos.
Nosso trabalho à frente deste aeroporto, desde 2006, foi de cumprir a missão dada pelo prefeito Silvio Barros, para que estivéssemos transformando esta estrutura em uma poderosa ferramenta de desenvolvimento regional e vencendo mais esta etapa. Cremos estar avançando cada vez mais neste objetivo.
Certamente que uma empresa aérea de carga internacional não aterrissaria em Maringá somente porque temos um belo aeroporto. É preciso que o senhor editor informe-se um pouco mais a respeito de comércio exterior. É necessário ter cargas para cá e para isto estaremos sim dando apoio a esta e a todas as outras empresas que ajudem a viabilizar está operacionalização.
Seria lamentável se algum leitor entendesse equivocadamente suas colocações quanto as nossas intenções a frente deste trabalho exaustivo, árduo, extremamente técnico, que foi efetivamente transformar o Aeroporto Regional de Maringá em Aeroporto Internacional de Cargas de Maringá.
Temos trabalhado em prol de um projeto maior, que é justamente fazer de Maringá uma cidade segura e agradável para viver. Saudável e alegre para criar nossos filhos e cuidar dos nossos idosos. Uma cidade progressista, boa para trabalhar e fazer negócios. E, para quem não tem o privilégio de viver aqui, uma cidade que vale a pena conhecer.
Portanto, senhor editor, nós acrescentaríamos uma frase ao jargão que o senhor usou para finalizar seu texto: Afinal, a cartilha do desenvolvimento ensina que exportar ainda é o que mais importa. Todavia cremos que o que mais importa não é o que se disse, mas sim o que foi entendido do que se disse.
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